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Notícias

26/10/2015

Outubro Rosa

O Outubro o mês mais rosa do ano.
O mês de outubro é marcado pela campanha de conscientização contra o câncer de mama, realizada por diversas entidades e dirigida à sociedade, em especial às mulheres. O grande destaque deste movimento é a conscientização e diagnóstico precoce desta doença, que segundo o INCA (Instituto Nacional de Câncer), é o segundo tipo de câncer mais frequente no mundo e o mais comum entre as mulheres, representando 22% dos novos casos anualmente. No ano passado, segundo o instituto, o número de novos casos da doença chegou a 57.120 e o número de mortes a 14.388.

Câncer de Mama.
É um tumor resultante da multiplicação de células anormais da mama. Há vários tipos de câncer de mama. Alguns evoluem rapidamente; outros não. A maioria dos casos tem boa resposta ao tratamento, principalmente quando diagnosticado no início.
Não há uma causa única. Fatores hormonais, comportamentais e genéticos aumentam o risco de desenvolver a doença. O risco aumenta com a idade, sendo maior a partir dos 50 anos.

Os sintomas mais comuns.

Caroço (nódulo), geralmente indolor - pele da mama vermelha ou parecida com casca de laranja

Alterações no bico do peito (mamilo)

Saída espontânea de líquido de um dos mamilos

Pequenos nódulos no pescoço ou na região embaixo dos braços (axilas)

O papel da mamografia.
É a radiografia das mamas feita por aparelho de Raios-X (mamógrafo). O exame é capaz de mostrar alterações suspeitas antes mesmo de o tumor ser palpável. Entretanto, a confirmação do câncer de mama só é feita pelo exame histopatológico (análise no laboratório de uma pequena parte retirada da lesão por meio de biópsia).

Recomenda-se que mulheres de 50 a 69 anos façam uma mamografia a cada dois anos, mesmo sem terem notado alterações nas mamas. Esse exame chama-se “mamografia de rastreamento”.

Mulheres antes do 50 anos.
Antes da menopausa, as mamas são mais densas (consistentes) e a mamografia de rastreamento não é indicada, pois gera muitos resultados incorretos.

Para mulheres que tenham mãe, irmã, filha com história de câncer de mama antes dos 50 anos ou de câncer de ovário devem conversar com o médico para avaliar seu risco e decidir a conduta a seguir.

Reduzindo os riscos.
É possível reduzir o risco da doença se cuidando melhor, mantendo o peso corporal adequado, praticando atividade física e evitando o consumo de bebidas alcoólicas. Amamentar também é um fator de proteção.

O importante é estar sempre atentas às mamas, no dia a dia, para que possam reconhecer suas variações naturais e identificar as alterações suspeitas.

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